Em investigação em saúde pública, os sistemas automatizados podem ser usados para analisar dados clínicos ou populacionais e simular cenários de intervenção, como a priorização de grupos de risco ou a distribuição de recursos.
Enquanto o uso se limita à fase de investigação, com dados anonimizados e sem efeitos diretos sobre indivíduos, o impacto sobre os participantes é reduzido. No entanto, se os resultados ou algoritmos forem aplicados para apoiar decisões reais — por exemplo, determinar o acesso a cuidados, tratamentos ou recursos —, essas decisões podem afetar significativamente os titulares dos dados.